Arquivo de Fevereiro, 2008
Diário de Notícias, 19.02.2008
Terça-feira, 19 Fevereiro 2008
Infância, Quando Eles Eram Pequeninos
Sarah Adamopoulos
Segunda-feira, 18 Fevereiro 2008
Colecção: Outras Direcções, n.º 1
Prefácio: António Barreto
Formato 15,5×23
N.º Págs. 232
Preço com IVA €20,00
ISBN: 978-989-95597-2-1
EAN: 9789899559721
Depoimentos de: Alice Geirinhas, artista plástica; André Gago, actor; António Mega Ferreira, escritor; António Melo, actor; António Vitorino D’almeida, maestro; Baptista-Bastos, jornalista, escritor; Carlos Do Carmo, fadista; Carlos Vaz Marques, jornalista; Eduardo Prado Coelho, professor, ensaísta; Filipa Melo, jornalista, escritora; Glicínia Quartin, actriz; Inês De Medeiros, actriz; Isabel Stilwell, jornalista; João Brites, encenador; João D’ávila, actor; Jorge Silva Melo, encenador; José Bandeira, cartoonista; José Couto Nogueira, jornalista e escritor; José Formosinho Sanchez, médico obstetra; Leonel Moura, artista plástico; Manuel Da Silva Ramos, escritor; Marcelo Rebelo de Sousa, professor; Margarida Pinto Correia, jornalista; Mário de Carvalho, escritor; Michel, músico e bailarino; Nuno Júdice, poeta; Nuno Rebelo, músico; Pedro Sena Nunes, realizador; Raul Solnado, actor; Rogério Ribeiro, pintor; Rui Reininho, cantor; Serge Tréfaut, documentarista; Vicente Jorge Silva, jornalista; Zé Pedro, músico.
*
Todas as infâncias portuguesas acontecidas no século XX têm em comum o facto de se terem cruzado, duma ou doutra forma, com a marcha recente do país e do mundo. As Guerras mundiais, a Guerra de Espanha, a Guerra Colonial, a Guerra Fria, o advento da televisão,
o Homem na Lua, o fim da ditadura em Portugal, as tecnologias pré-digitais e, naturalmente,
o início da globalização. É destas infâncias que nos fala este livro, pela voz de 34 personalidades públicas ou com percursos que cruzam a vida pública portuguesa. Vivências
e práticas diversas, que nos fazem olhar diferentemente para as circunstâncias da infância,
e nos ajudam a compreender e a educar as nossas crianças.
É este o resultado. “Atraente e estranho” – como diz António Barreto no Prefácio.
Descarregue a folha de promoção Promo_Infância.pdf
Lavagante, Encontro Desabitado
José Cardoso Pires
Sexta-feira, 15 Fevereiro 2008
Colecção: Mil Horas de Leitura, n.º 1
6.ª Edição
Fixação do texto e revisão: Ana Cardoso Pires
Formato 13,5×20,9
N.º Págs. 92
Preço com IVA: €10,00
ISBN: 978-989-95597-1-4
EAN: 9789899559714
(…) Curiosidade. Pôr à prova um olhar, descobrir (melhor: verificar) um corpo que se imagina, aí está o que é a curiosidade do homem em certa altura da vida. Daniel sabia isto, conversámos sobre o assunto várias vezes. Duma delas recordo-me de o ter ouvido: – Ao fim e ao cabo, as mulheres é que escolhem o momento e os termos da ofensiva. Meditam tudo em casa e passado tempo acabam por confessar: «Naquele dia, sabes, eu tinha resolvido…» (…)
(…) naquele dia, 2 de Maio, a multidão da Baixa andava alheia aos céus e às águas luminosas do Tejo: olhava as fachadas dos edifícios salpicadas de balas. Operários dos subúrbios e casais de vida repousada desceram, curiosos, dos seus bairros para visitarem as ruas onde se tinham dado os motins da véspera. Apesar dos comunicados do Governo, apesar das patrulhas e dos quartéis armados até aos dentes, a revolta rompera no coração da cidade à hora marcada pelos microfones clandestinos (…)
(…) «Sei o que joguei, meu amor», lê-se, entre outras coisas, numa carta escrita há uma semana por Cecília. «Mas eu não podia suportar por mais tempo a ideia de estares fechado numa prisão, tu que tanto gostas de viver (…)
Este texto nunca foi publicado em livro. Uma sua primeira (?) versão, muito reduzida, foi publicada em Dezembro de1963, no n.º 11 da revista O Tempo e o Modo, pág. 30 (edição da Livraria Moraes Editores, Lisboa), com o título Um Lavagante e Outros Exemplares, com a menção, em Nota de Redacção, de que se tratava de “(…) um capítulo do seu próximo romance, ainda provisoriamente sem título”. Existem outras versões, manuscritas, sem data, uma delas com o título O Lavagante e a Mulher do Próximo. Existem algumas versões dactilografadas, também sem datas. Todas indiciam, pelas emendas, serem posteriores ao texto publicado em 1963. É também possível perceber que se trata de um texto anterior a O Delfim, publicado pela primeira vez em 1968, pela Livraria Moraes Editores. Talvez se possa concluir que se trata de um texto cujo trabalho de escrita, tal como se apresenta nesta versão final dactilografada directamente pelo Autor, foi sendo elaborado ao longo de vários anos, mais ou menos entre 1963 e 1968.
Descarregue a folha de promoção Promo_LAVAGANTE.pdf
A Oposição Católica ao Estado Novo – 1958/1974
João Miguel Almeida
Sexta-feira, 8 Fevereiro 2008
Prefácio: Fernando Rosas
Colecção: História Hoje, n.º 1
Formato: 15,5×23
N.º Págs. 340
Extratextos: 16 págs
Preço com IVA: €22,00
ISBN: 978-989-95597-0-7
EAN: 9789899559707
“…o Estado vai abster-se de fazer política com a Igreja, na certeza de que a Igreja se abstém de fazer política com o Estado.”
Salazar
Após a campanha para as eleições presidenciais de 1958, em que se candidatou pela oposição o general Humberto Delgado, as relações entre o Estado Novo e os católicos portugueses mudaram na aparência e no ser.
A «frente nacional» que sustentava o regime foi rompida de forma irreparável. Desde 1958 até 25 de Abril de 1974 o Estado Novo teve de enfrentar a contestação às suas instituições e políticas por parte de alguns católicos portugueses.
A presente obra, ao estudar os homens e mulheres que integraram a oposição católica ao Estado Novo, as suas ideias, formas de acção e organização, aspirações e expectativas, permite compreender a contestação de alguns sectores da Igreja Católica portuguesa ao regime autoritário que governou os destinos de Portugal durante 48 anos, e contribui de forma indirecta para que se possa lançar um novo olhar sob as dinâmicas sociais, a crise da Igreja Católica e as recomposições do catolicismo em Portugal.
Descarregue a folha de promoção Promo_Oposição_Católica.pdf




