Arquivo de Dezembro, 2009

Sobre Sarah Adamopoulos

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© Pedro Azevedo

Sarah Adamopoulos nasceu em Roterdão, Holanda, em 1964, filha de pai francês (de origem grega) e de mãe portuguesa. Vive em Portugal desde os 7 anos. Jornalista independente, publica regularmente nas revistas Notícias Magazine e PAIS&Filhos, e pontualmente um pouco por toda a imprensa portuguesa. Como escritora, publicou já vários livros, o último dos quais Fado Menor (Oficina do Livro, 2005), um livro sobre o século XX português, resultando de um projecto de criação literária apoiado pelo Instituto do Livro e das Bibliotecas em 2002. Traduziu do francês Albert Cossery (Antígona) e Boris Vian (Fenda). Escreve para teatro desde 2006, tendo já sido levadas à cena duas peças suas: “O Homem Que Não Há” e “Teoria Geral dos Maridos”.

Sobre João Miguel Almeida

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© Ana Teresa Clímaco Leitão

João Miguel Almeida nasceu em Lisboa, em 1968, e licenciou-se em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Obteve o grau de mestre em História dos Séculos XIX e XX na mesma Universidade com a dissertação na origem deste livro, a qual mereceu também uma menção honrosa da Fundação Mário Soares. Actualmente encontra-se a realizar um doutoramento em História Institucional e Política. É investigador do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa. Colaborou no projecto «Os Grandes Debates Parlamentares», na parte relativa ao Estado Novo, e na edição da correspondência entre Salazar e Pedro Theotónio Pereira. Tem artigos publicados nas revistas História, Lusitania Sacra e Brotéria.

Sobre Inês Fonseca

Inês Fonseca é docente do Departamento de Antropologia da FCSH-UNL, bolseira da FCT/laboratório CNRS Genre, Travail, Mobilités / CRIA-UNL. Desenvolveu vários estudos em meio rural (sobretudo no Alentejo) e integrou (com Dulce Freire e Paula Godinho) a equipa multidisciplinar de um projecto dedicado ao estudo dos movimentos sociais rurais durante o Estado Novo, que decorreu no Centro de Estudos de Etnologia Portuguesa da FCSH-UNL. É no âmbito das pesquisas em regiões fronteiriças que surge a problemática do contrabando enquanto meio de subsistência das populações e o interesse pela análise dos discursos produzidos e das memórias construídas em torno desta actividade.

Sobre Dulce Freire

Dulce Freire é bolseira de pós-doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) / Instituto de Ciências Sociais (ICS), Universidade de Lisboa (UL). Nos últimos anos, integrou equipas interdisciplinares e ibéricas em projectos de investigação dedicados a questões relacionadas com a sociedade rural e a modernização agrícola durante o século XX. É no contexto destas pesquisas que surge o tema do contrabando. Em 2000 recebeu o prémio de História da Fundação Mário Soares. Coordenou (com Inês Fonseca e Paula Godinho) a obra colectiva Mundo rural: transformação e resistência na Península Ibérica (século XX) (2004, Edições Colibri / Centro de Estudos de Etnologia Portuguesa).

Sobre João Rodrigues

João Rodrigues, (n. 1977). Licenciatura em Economia e mestrado em Economia
Monetária e Financeira pelo ISEG-UTL. Membro do DINÂMICA-ISCTE (Centro
de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica) e doutorando na Universidade
de Manchester, com uma tese intitulada Onde Pára o Mercado? Ludwig Von Mises,
Friedrich Hayek e Karl Polanyi
. Trabalho de investigação centrado na análise
das relações entre as instituições económicas, o comportamento humano
e a moralidade, e no escrutínio dos principais contributos teóricos por detrás
do chamado projecto neoliberal. Artigos publicados nestas áreas em revistas
científicas internacionais como a Review of Social Economy, o Journal of Economic
Issues
e a New Political Economy. Colunista semanal no jornal i e co-autor do blogue
Ladrões de Bicicletas.