Pensar - Navegar

Colecção Pensar-Navegar

O ensaismo. Livros que ajudam a organizar o pensamento contemporâneo. As ciências humanas e sociais, a psicologia, a sociologia, a economia, a ciência, a gestão, etc. A política, claro. A reflexão livre sobre o mundo e as coisas que nos rodeiam. A nova sociedade emergente e as suas grandes questões. A ecologia, o ambiente, a world wide web, o futuro.

Contrabando na Fronteira Luso-Espanhola
Práticas, Memórias e Património
Dulce Freire, Eduarda Rovisco e Inês Fonseca

DF_ContrabandoFronteiraLusoEspanhola

Coordenação: Dulce Freire, Eduarda Rovisco e Inês Fonseca
Colecção: Pensar~Navegar, n.º 1
Revisão: Lídia Freitas
Formato: 15,5×30,0
N.º Págs. 328
Preço com IVA: €19,00
ISBN: 978-989-8236-10-4
EAN: 9789898236104

«Desde a idade de seis anos, fui muito contrabandista». O concelho de Chaves e a comarca de Verín, entre velhos quotidianos e novas modalidades emblematizantes
Paula Godinho

La raia galaico-portuguesa en tiempos convulsos. Nuevas interpretaciones sobre el control político y la cultura de frontera en las disctaduras ibéricas (1936-1945)
Daniel Lanero Táboas, António Míguez Macho, Ángel Rodríguez Gallardo

“La empresa más grande que tenía el gobierno portugués y el español era el contrabando.” Práticas e discursos sobre contrabando na raia do concelho de Idanha-a-Nova
Eduarda Rovisco

Orígenes, características y transformación del contrabando tradicional en la frontera de Extremadura com Portugal
Eusebio Medina Garcia

O contrabando em Barrancos: memórias de um tempo de guerra
Dulce Simões

Viviendo de la frontera: redes sociales y significación simbólica del contrabando
José Maria Valcuende del Rio, Rafael Cáceres Feria

«O contrabandista, já se sabe, era da oposição». Discursos em torno do contrabando
Inês Fonseca, Dulce Freire

A patrimonialização e a turistificação do contrabando
Luís Silva

Memórias de fronteira: o contrabando como explicação do mundo
Luís Cunha

Lambaça, o contrabandista de Álvaro Cunhal
José Neves

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Onde Pára o Estado?
Políticas Públicas em Tempos de Crise
Renato Miguel do Carmo e João Rodrigues

RMC_OndeParaEstadoCoordenação: Renato Miguel do Carmo e João Rodrigues
Colecção: Pensar-Navegar, n.º 2
Formato: 15,5×30,0
N.º Págs. 312
Preço com IVA: €18,00
ISBN: 978-989-8236-11-1
EAN: 9789898236101

Os vários estados do Estado
Renato Miguel do Carmo, João Rodrigues

Metamorfoses do Estado: Portugal e a emergência do Estado neo-social
Filipe Carreira da Silva

Onde pára o mercado? Movimentos e contra movimentos nas políticas públicas
João Rodrigues

O Estado ausente? Da liberalização dos mercados financeiros à crise do capitalismo sob hegemonia da finança
Nuno Teles

A crise actual não revela apenas as contradições do neoliberalismo
João Galamba

Socialismo democrático, Estado e liberdade individual
Tiago Barbosa Ribeiro

Os desafios do desenvolvimento económico e o papel das políticas públicas
Ricardo Paes Mamede

O imposto negativo, ou como aliar emprego e redistribuição na luta contra a pobreza
Hugo Mendes

Do papel do Estado na regulação dos riscos ambientais ou de como subordinar as prioridades às urgências
Marisa Matias

Estado propulsor de desenvolvimento: os territórios da política da vida
Renato Miguel do Carmo

Se alguma constatação se pode retirar destes longos e conturbados meses de crise financeira e económica é a de que os Estados nacionais se transformaram num dos pilares fundamentais do sistema económico. No fundo eles nunca deixaram de ter essa função, a grande diferença é que anteriormente não existia este reconhecimento generalizado. De repente, os Estados emergiram no centro do sistema financeiro como os salvadores inevitáveis de todo um sistema desacreditado que entretanto entrava em colapso. Curiosamente, o Estado que foi posto de lado por parte do discurso, que não da acção neoliberal, e visto como o elemento perverso que sempre deturpou a sã espontaneidade dos mercados, sofreu uma repentina reabilitação como uma instituição essencial e incontornável para a boa saúde dos mercados. Se até há bem pouco tempo se anunciava que a economia não passava pelo Estado, agora proclama-se que a economia não pode passar sem o Estado.

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